quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Matemática: Cálculo Mental

imagem da revista nova escola
Durante muito tempo, se acreditou que registrar as etapas e ensinar algoritmos para fazer contas seria o mais indicado nas aulas de matemática. Hoje já se sabe que existe mais de uma forma de resolução de problemas para se obter o resultado: uso da calculadora, cálculo escrito e cálculo mental. Sabemos que no dia a dia, o mais comum é chegar mentalmente ao resultado ou usar a calculadora. 
Os primeiros cálculos mentais realizados tanto pelos povos egípcios como pelos indígena, há mais de 4 mil anos) envolveram estratégias relacionadas ao dobro e metade.
Os educadores holandeses e ingleses adotaram nos anos 80 a Educação Matemática Realística,uma linha pedagógica que privilegia a criação de situações cotidianas para o desenvolvimento do calculo. Os alunos continuaram a decorar regras para resolver problemas, mudando apenas o suporte do calculo.
Em sala de aula, os estudantes podem argumentar a resolução de diferentes formas, cabe ao professor registrar cada uma delas na lousa para discussão com o grupo. Em cada análise há sempre uma aprendizado. 

Veja alguns exemplos: 

  • 99 + 26 = 125  como podemos resolver 100 +26 -1 (propriedade associativa da adição)
  • 9 x 4 = 36 ou 9 x 2 x 2 = 18 x 2 ou ainda 10 x 4 - 4 (propriedade associativa e distributiva da adição e subtração em relação a multiplicação)
  • 15 + 14 = 29 sendo 10 + 10 + 5 + 4 (decomposição dos números)





Usar as situações do dia a dia para ensinar o cálculo mental é mais fácil do que demonstrar na lousa. Quanto você vai gastar aproximadamente para comprar um lanche na cantina da escola? Arrendondar o resultado pode ser útil em situações como essa. 



Encontrei uma apresentação muito importante com técnicas para ensinar as crianças em todas as quatro operações. Acesse aqui
Beijocas
Cris Chabes




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